Elon Musk exige que bancos adquiram assinaturas do chatbot Grok para o IPO da SpaceX, desafiando a norma do setor.

Grandes bancos que querem participar do IPO da SpaceX precisam assinar o Grok de Musk

Elon Musk impôs uma exigência inusitada aos bancos e escritórios de advocacia envolvidos na oferta pública inicial (IPO) da SpaceX: a compra de assinaturas do Grok, seu chatbot de inteligência artificial. Essa informação foi confirmada por fontes anônimas que estão a par das negociações, que relataram que alguns bancos concordaram em investir dezenas de milhões de dólares na nova ferramenta, já iniciando a integração do Grok em seus sistemas internos.

A expectativa é que o IPO da SpaceX recue mais de US$ 50 bilhões, com a empresa avaliada em mais de US$ 1 trilhão, proporcionando aos bancos uma oportunidade de faturar, juntos, mais de US$ 500 milhões em taxas de assessoria. Esse movimento evidencia a influência de Musk sobre o sistema financeiro, que busca manter um relacionamento sólido com ele a curto e longo prazo.

Atualmente, cinco bancos estão programados para participar da oferta: Bank of America, Citigroup, Goldman Sachs, JPMorgan Chase e Morgan Stanley, com os escritórios de advocacia Gibson Dunn e Davis Polk assessorando a transação. Apesar das controvérsias que circundam o Grok, como a veiculação de conteúdo problemático e sancionamentos em países como Indonésia e Malásia, Musk continua a promover o chatbot entre seus seguidores.

Enquanto os bancos se preparam para o IPO, o Grok, que ainda está se consolidando no mercado de inteligência artificial, poderá ganhar um impulso significativo com essas novas assinaturas. A SpaceX protocolou recentemente a documentação do IPO na SEC, embora os nomes dos bancos envolvidos ainda não tenham sido revelados.