Minidólar encerra com leve queda e mantém pressão vendedora amidovariáveis geopolíticas e inflação no Brasil.

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O minidólar (WDOM26) encerrou a sessão de 11 de maio com uma leve queda de 0,05%, fixando-se em 4.912,5 pontos. Essa movimentação reflete um fluxo vendedor contínuo e uma tendência de baixa no curto prazo. Apesar de oscilações em torno da estabilidade, o dólar apresentou um ligeiro fortalecimento no mercado internacional, influenciado pela rejeição dos Estados Unidos à proposta de paz do Irã.

Investidores brasileiros estão atentos à deterioração das expectativas para inflação e juros, conforme indicado no Boletim Focus, que sugere uma Selic mais alta para 2027. Entretanto, o diferencial de juros ainda favorece a atração de capital estrangeiro, ajudando a sustentar o real em patamares relativamente estáveis. O ambiente continua dependente de notícias geopolíticas e das percepções sobre as políticas monetárias nos EUA e no Brasil, aumentando a volatilidade no mercado.

Analisando os gráficos, o comportamento do minidólar nos intervalos de 15 e 60 minutos revela que o ativo permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que reforça a pressão vendedora. Para que uma recuperação ocorra, é necessário romper a resistência em 4.929/4.942 pontos. Em caso de continuidade da baixa, a perda dos níveis de 4.910/4.883 pontos pode intensificar o fluxo vendedor, com projeções mais baixas à vista.

A pouca possibilidade de reversão pode ser sugerida pelo índice de força relativa (IFR) em 29,72, que indica uma região de sobrevenda, embora não haja sinais claros de mudança de tendência no curto prazo. Com a análise diária reforçando a tendência de baixa, a superação de 4.960/4.985/5.035,5 é vista como necessária para um retorno da força compradora no ativo.