Cresce o número de brasileiros vivendo sozinhos, aumentando a necessidade de proteção financeira em emergências.

Homens de 30 a 59 anos que moram sozinhos devem priorizar quais seguros?

Dados do IBGE indicam um aumento no número de brasileiros que vivem sozinhos, com um em cada cinco domicílios no país sendo unipessoais. A maior parte desse grupo é composta por homens entre 30 e 59 anos. Essa mudança demográfica gerou preocupações entre especialistas da área de seguros, que alertam para a falta de apoio financeiro em situações de emergência.

De acordo com Dayana Gonçalves, supervisora de produtos de vida da MAG Seguros, a responsabilidade financeira recai apenas sobre quem vive sozinho. Isso significa que qualquer imprevisto, como uma doença ou um acidente, pode impactar diretamente a estabilidade financeira do indivíduo. Mesmo durante períodos de afastamento do trabalho, despesas como aluguel e contas continuam a existir.

Diversas opções de seguro de vida são recomendadas para garantir a proteção da renda, como coberturas para invalidez e doenças graves. Gonçalves destaca a importância da Diária por Incapacidade Temporária, especialmente para autônomos, que muitas vezes não possuem um respaldo financeiro em casos de afastamento médico. Além disso, o seguro residencial básico é uma opção viável para evitar gastos inesperados com o imóvel.

É comum que muitos ignorem a importância de contratar seguros que vão além da proteção para dependentes financeiros. Gonçalves recomenda também que os consumidores revisem periodicamente suas apólices, ajustando-as conforme mudanças em sua situação financeira e patrimonial.