Tulsi Gabbard renuncia ao cargo de diretora de inteligência nacional para apoiar marido com câncer.

Na sexta-feira, 22, o governo de Donald Trump enfrentou mais um desfalque com a saída de Tulsi Gabbard, diretora de inteligência nacional dos Estados Unidos. Gabbard renunciou ao cargo para dedicar-se ao tratamento do marido, diagnosticado com um raro tipo de câncer ósseo. Ela deixará oficialmente a posição após o dia 30 de junho, continuando suas responsabilidades, incluindo a luta contra o terrorismo, até lá. Seu vice, Aaron Lukas, assumirá como diretor interino após sua saída.
O cenário no gabinete de Trump já é marcado por outras baixas significativas. Pam Bondi, ex-procuradora-geral, anunciou sua saída em abril de 2026, substituída por Todd Blanche. A decisão ocorreu em meio a insatisfações de Trump quanto à eêm suas ações relacionadas ao caso Jeffrey Epstein. Apesar das críticas, Trump elogiou Bondi em uma rede social, mencionando que ela assumiria um novo cargo no setor privado.
Kristi Noem, também uma figura chave, deixou o cargo de secretária de Segurança Interna em março de 2026. A sua saída foi motivada pela insatisfação de Trump com sua tendência à autopromoção, mesmo defendendo as rigorosas políticas de imigração do governo. Outro nome que saiu foi Elon Musk, que comandou um departamento recém-criado visando cortes de gastos. Musk saiu em maio de 2025, mas suas promessas de economia não se concretizaram.
Por fim, Lori Chavez-DeRemer, que liderava o Departamento do Trabalho, também deixou seu cargo em abril de 2026. Sua saída foi cercada por investigações sobre má conduta, incluindo alegações contra seu marido relacionadas a agressão sexual. O governo Trump continua a viver momentos conturbados com frequentes mudanças em sua equipe.